Perspectivas revolucionárias em educação musical como instrumento terapêutico

Autores

  • Isaac de Oliveira Jucá Universidade Federal do Ceará
  • João Gabriel Sampaio Lima

Resumo

Ao analisarmos a lógica de produção moderna e as relações sociais que se estabelecem nela, é perceptível que, em grande parte, a mesma se estrutura em lógicas de dicotomização da realidade, na morte simbólica e física de, respectivamente, culturas e sujeitos. A Educação Musical, ao passo que está inserida nesse modus de produção, torna-se refém dos interesses do Capital, alinhando sua prática aos interesses da classe dominante. Todavia, quando percebe-se que a prática pedagógico-musical possui um potencial terapêutico, ou seja cria possibilidade de vida, de encontro, de transformação e de conhecimento tanto do ser como da realidade em que vive, ela se torna ferramenta para a luta Anticapitalista. Partindo das vivências construídas no Grupo de Estudos Chiquinha Gonzaga, que é um grupo de ensino coletivo de teclado, localizado no ICA (Instituto de Cultura e Arte) da UFC (Universidade Federal do Ceará), o presente artigo vem propor perspectivas epistemológicas e metodológicas pautadas na educação musical como ferramenta terapêutica e anticapitalista, portanto, revolucionária.

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Publicado

2026-10-24

Como Citar

de Oliveira Jucá, I., & Gabriel Sampaio Lima, J. (2026). Perspectivas revolucionárias em educação musical como instrumento terapêutico. ANPPOM. Recuperado de https://eventos.anppom.org.br/congresso/article/view/1148

Edição

Subáreas

ST-15. Música, Promoção de Saúde e Bem-Estar

Formatos