Somos Todas Espelhas

musas e o poder das referências femininas para a criação de cantautoras

Autores/as

  • Nina Graeff UFPB

Palabras clave:

Criação musical, Empoderamento feminino, Música e feminismo, Cantautoria, Processos criativos.

Resumen

Este é o primeiro artigo com resultados de minha pesquisa pós-doutoral “Musas: processos criativos de cantautoras nordestinas”. Reconhecendo a partir de minha própria experiência em uma estrutura patriarcal que reprime, silencia e deslegitima a criação musical feminina, busco compreender como processos criativos na música contribuem para o fortalecimento da agência artística de mulheres. Neste texto, apresento um aspecto que considero catalisador para que mulheres se sintam capazes de criar: ver-se refletida em outra artista que cria. O objetivo é compreender como referências femininas contribuem para que mulheres se reconheçam como criadoras, legitimem suas próprias capacidades artísticas e ocupem espaços de autoria em um campo musical historicamente marcado pela invisibilização e desvalorização da produção feminina. A metodologia inclui entrevistas com cantautoras de projeção nacional, questionários, pesquisa bibliográfica nas temáticas de Processos Criativos e Corpo, Gênero e Música privilegiando autoras mulheres, além de minha própria experiência como cantautora.

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Publicado

2026-10-24

Cómo citar

Graeff, N. (2026). Somos Todas Espelhas: musas e o poder das referências femininas para a criação de cantautoras . ANPPOM. Recuperado a partir de https://eventos.anppom.org.br/congresso/article/view/1068

Número

Sección

ST-7. Música, Corpo, Gênero, Sexualidade e Feminismos

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