Curso de música para mulheres
“Mulheres em performance musical: musicando localmente” (ano VI)
Palabras clave:
Etarismo, neurossexismo, menopausa, curso de música para mulheres, projeto de extensãoResumen
As análises propostas fazem parte do curso que está na sua sexta versão, dentro das ações do projeto de extensão “XXX” da UF“XX”, vinculado ao grupo de pesquisa sobre música e saúde mental (“XXX”). O relato tem por fulcro propor uma discussão sob a ótica do binômio anunciado, sobre a experiência docente com uma turma de mulheres de 50+. Tem como objetivo discutir a qualidade da saúde física e mental em contexto de fazer musical local, ampliando a ideia do “musicar”, na medida em que todas as ações devem ser entendidas e fomentadas com base na representatividade das performers sob as várias ações em torno da música. No decorrer das discussões suscitar possíveis decisões metodológicas que podem contribuir na melhoria da qualidade do aprendizado musical, como vem sendo testadas. Nesse esteio, confrontar a influência negativa dos pensamentos que perpassam as questões que afetam as próprias metodologias no aprendizado musical, a fim de minimizar os efeitos causados pelos discursos impactados pelo neurossexismo e pelo etarismo. Entendendo, que as causas da baixa crença de autoeficácia das mulheres, pensamentos limitantes se devem, muitas vezes, às condições neurocientíficas que necessitam ser estudadas, sobre como os neurônios operam, a formação de memórias/emoções e comportamentos, aos aspectos relativos ao aprender música na maturidade, constituindo um poderoso antídoto contra o etarismo e a névoa mental da menopausa. A neurociência comprova que o cérebro mantém sua neuroplasticidade intacta para aprender instrumentos/canto em qualquer idade, combatendo o mito de que o envelhecimento causa um declínio irreversível.