Betty Boop: dinâmicas raciais em alto e bom som
Palavras-chave:
Animação, Representação racial, Jazz, NegritudeResumo
Através de uma contextualização histórica e da análise de dois filmes da Fleischer Studios, o artigo investiga as dinâmicas raciais nos curtas de Betty Boop. Essas produções tanto ecoam estereótipos raciais oriundos dos minstrel shows quanto promovem a arte de musicistas negros em um cenário de forte segregação racial. A pesquisa examina como o dilema entre validação artística e perpetuação de estereótipos raciais vivenciado pelos músicos negros se manifesta nestas obras. Apesar das representações problemáticas, a integração da música negra aos filmes de Betty Boop é um marco importante na discussão sobre a experiência de artistas negros no entretenimento popular americano.
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Publicado
2026-04-18
Como Citar
Reis Medeiros de Campos, R. (2026). Betty Boop: dinâmicas raciais em alto e bom som. ANPPOM. Recuperado de https://eventos.anppom.org.br/congresso/article/view/25
Edição
Subáreas
SA-8. Demais Subáreas e Interfaces da Música: Musicoterapia, Estética Musical, Mídia, Semiótica, entre outras não listadas acima